sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Assinantes - Revista da U.P.H através da U.P.H. Osasco

Atualizado em 31/12/2011 d.C

n.  Homens Presbiterianos
1 Artur Amaro da Silva Filho
2 Benedido Darcy Franco da Silva, Dc. (Congr. CB)
3 Edemilson José da Silva, Pb.
4 Edison Cesar Paixão Rezende
5 Eduardo Rodrigues de Matos, Dc.
6 Elio Antoninho Borsari
7 Erlindo H. Biral Hermesdorff
8 Felix Coelho de Miranda
9 Fernando Santos Braga, Dc.
10 Ivanildo Patrício Siqueira Silva (Congr. CB)
11 Jair Delgado, Pb.
12 Jasiel Cândido de Camargo Júnior
13 Jenques Klemz, Pb.
14 João Lo Turco, Pb.
15 Jolivan Lopes Galvão Filho
16 José Moreira Júnior
17 Jurandi Antônio de Oliveira, Pb.
18 Luis Cavalcante de S. Fo., Pb.
19 Luiz Carlos Ariozo, Pb.
20 Luiz Milher, Pb.
21 Márcio de Sá Banuth
22 Marcos Torres Tadeu, Pr.
23 Natanael José da Silva, Pb.
24 Nimrod Dias, Pb.
25 Odmar Silva Fogaça, Dc.
26 Osmar Silva Foaça, Pb.
27 Pedro Mário Pereira
28 Ruy Motta da Silva Onça, Pb. 
29 Saul Correa Monteiro
30 Santo Luiz Gemi
31 Sidney Coelho de Miranda
32 Wilson dos Santos, Dc.

Primeiro Domingo de Fevereiro - Dia do Homem Presbiteriano

O calendário eclesiástico da Igreja Presbiteriana do Brasil reserva este primeiro domingo de fevereiro para a comemoração do Dia do Homem Presbiteriano. Essa comemoração foi oficializada no I Congresso Nacional de Homens Presbiterianos, realizado em Campinas, em 1966. (...) é um dia muito oportuno para refletirmos a respeito dos privilégios e das responsabilidades do homem presbiteriano.

A Escritura Sagrada mostra que Deus concedeu ao homem grandes privilégios e deu-lhe grandes responsabilidades.

Ao homem foi concedido o privilégio da iniciativa na formação de seu lar. A ele foi dito: “Deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2.24).

Mas, também, ao homem foi dada a responsabilidade de cuidar da saúde emocional e espiritual da esposa. Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pedro 3.7).

Ao homem foi concedida a liderança do lar; isso fica claro nestas palavras do apóstolo Paulo: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Efésios 5.22-24).

Mas ao homem foi ordenado amar sua esposa com o mais elevado amor: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).

Ao homem foi dada também a responsabilidade sobre a vida espiritual de seus filhos. Dirigindo-se aos israelitas, Moisés disse-lhes: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” (Deuteronômio 6.6-9). E o apóstolo Paulo escreveu aos efésios: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6.4).

É o pai e não a mãe! – que tem a responsabilidade de conduzir seus filhos ao Senhor e de educá-los na fé. A sociedade moderna também impõe ao homem grandes responsabilidades e obrigações. Diante disso, os homens precisam receber um tratamento especial.

Nos países mais desenvolvidos já estão sendo montados centros de ajuda específicos para homens. No Canadá, por exemplo, já existem programas de assistência a jovens do sexo masculino. A medida pretende evitar gastos previdenciários futuros com famílias que perdem cedo demais pais e maridos. No Brasil já estão surgindo grupos de amparo aos homens.

Aos homens presbiterianos, os nossos parabéns pelo transcurso do seu dia, a nossa saudação respeitosa e a nossa fraterna mão estendida.

domingo, 24 de outubro de 2010

Dois Encontros para Impulsionar a sua Vida Espiritual

Local: Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco – I.P.O.


DATA: 30/10/10 d.C (Sábado) – Horário: 14h00
Encontro de Missões com apoio da APMT -
Agência Presbiteriana de Missões Transculturais e UMP. Entrada: 1 Kg de alimento não perecível.

DATA: 30/10/10 d.C (Sábado) – Horário: 19h00
ENCONTRO DA UPH-OSASCO - comemorando com toda a Igreja o DIA DA REFORMA PROTESTANTE (31/10/1517 d.C) com a Palestra e Lançamento do livro (autógrafo):

O FUTURO DO CALVINISMO.

Rev. Dr. Leandro de Lima – Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil em Santo Amaro


Luis Cavalcante, Pb. Fones: (11) 9675-4019
prof.luiscavalcante@bol.com.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CE / CNHP- 2010 VITÓRIA - ES

                    

A CE/CNHP-2010 tem o seu inicio com o Culto de Abertura ás 20:00hs do dia 23/09/2010. Foi um Culto muito edificante com a participação, na área musical do Quarteto da Federação de Vila Velha, Coral do Presbitério Serrano e a linda voz do Rev. Claudio Aragão, Secretario de Música da CNHP.

Com várias representações de boa parte de nosso País, O Pulpito contava com os seguintes irmãos, Rev. Roberto Brasileiro, Pb. Haroldo Peyneau, Pb. Paulo Daflon, Pb. Marcos Almeida, Pb. João Menegucci, Rev. Antonio Raimundo, Rev. Claudio Aragão, Rev. Fabio Henrique, Rev. Marcus, Pb. Benai Augusto de Souza, Pb. Ely Pascoal e Pb. José Roberto Albrecht. Pb. Haroldo Peyneau abre os trabalhos dando as boas vindas e acolhendo a todos os prsentes vindos de várias regiões do Brasil. Vários Pastores da região e de outras cidades estavam presente, ressaltamso o Rev. Anderson Sathler Secretario Sinodal do Trabalho Masculino do Sínodo Leste de Minas, sempre presente aos eventos da CNHP, também o Rev. Valdeci da Silva Santos que participará da reunião da CE informando os detalhes da parceria da CNHP e o Instituto Andrew Jumper. O Culto foi conduzido pelo Presidente da Confederação Sinodal anfitriã Pb. João Menegucci, e do seu Secretario Sinodal Rev. Antonio Raimundo. A prédica ficou por conta do Presidente do Supremo Concilio Rev. Roberto Brasileiro, trazendo uma importante mensagem sobre o fortalecimento da vida do Homem Presbiteriano integralmente..

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/portal/node/145

PARCERIA CNHP X ANDREW JUMPER

O Secretario Geral, Pb. Haroldo Peyneau e o Presidente da CHNP, Pb. Paulo Daflon, tiveram uma importante reunião nas instalações do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper em São Paulo, para tratar da parceria entre as duas entidades, visando o treinamento dos Homens Presbiterianos de todo o Brasil, nas áreas de Evangelização, Professor de Escola Dominical, Pregação e também Diaconia.
Estavam presente na reunião o Rev. Davi Charles Gomes (Diretor), Rev. Jedeias de Almeida Duarte, Rev. Valdeci da Silva Santos, Rev. Fabiano de Almeida Oliveira, Rev. Mauro Fernando Meister e Rev. Tarcizío de Carvalho.

Na CE-CNHP/2010 em Vitória - ES, o assunto será informado em detalhes e elaborado o plano de ação. Estará conosco o Rev. Valdeci da Silva Santos do Andrew Jumper para apresentar maiores detalhes da parceria. Aguardem maiores informações após a reunião da CE-CNHP.

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/portal/node/144

domingo, 26 de setembro de 2010

A Igreja precisa de Homens!

UPH - União Presbiteriana dos Homens da I.P.O convida você para participar da palestra: CALVINISMO E POLÍTICA em Abraham Kuyper

UPH - União Presbiteriana dos Homens da I.P.O convida você para participar da palestra: CALVINISMO E POLÍTICA em Abraham Kuyper

Local: Salão Social da I.P.O. - Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco (Ao lado da Câmara Municipal de Osasco) - Rua Rev. Paulo Lício Rizzo, 207 - Centro - Osasco - SP http://www.iposasco.org.br/ / http://www.ipb.org.br/

Data: 02/10/2010 d.C (Sábado)

Programação e Horário:

08h15 – 09h00 – Café

09h00 – 10h30 – Palestra: CALVINISMO E POLÍTICA em Abraham Kuyper(*) – Prof. Luis Cavalcante (Economista e mestrando em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie).

10h30 – 11h00 – Vídeo do pastor batista Paschoal Piragine Jr. sobre “Legalização e Institucionalização da Iniquidade” e o Documento: “A Igreja Presbiteriana do Brasil e as eleições 2010” pelo Rev. Roberto Brasileiro Silva – Presidente do Supremo Concílio Igreja Presbiteriana do Brasil.

11h00 – 11h30 – Debate

11h30 – 12h00 – Orações e Intercessões pelas Eleições e o Brasil

12h00 - TÉRMINO

Entrada Franca, confirmar presença no e-mail: homemcomproposito@bol.com.br ou no fone: (11) 3448-3124 com Lucimeire

(*) O dr. Abraham Kuyper nasceu em Maassluis, na Holanda em 1837. Em 1872, tornou-se Editor Chefe do De Standaard (O Estandarte), um jornal diário, e o órgão oficial do partido Anti-Revolucionário, que na política representa o contingente protestante da nação holandesa. Pouco depois ele assumiu a função de editor do De Heraut (O Arauto), um jornal semanal distintivamente cristão. Em 1874, foi eleito membro da Casa Baixa do Parlamento, função que exerceu até 1877. Em 1880, fundou a Universidade Livre de Amsterdam, a qual tomava a Bíblia como a base incondicional sobre a qual deveria ser erguida toda a estrutura do conhecimento humano em cada departamento da vida. Em 1898, ele visitou os Estados Unidos da América, onde proferiu as “Palestras Stone” no Seminário Teológico de Princeton. Foi então que a Universidade de Princeton conferiu a ele o Doutorado em Direito. Foi Primeiro Ministro de 1901-1905 e faleceu em 1920, deixando diversas obras acadêmicas.


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ÉTICA CRISTÃ NO SERMÃO DA MONTANHA por Prof. Rev. Gildásio Reis (Th.M)

Introdução: Uma das melhores sínteses da ética de Jesus está contida no Sermão da Montanha, como tem sido comumente chamado (Mateus Caps. 5 a 7). Os seus discípulos devem caracterizar-se pela humildade, mansidão, misericórdia, integridade, busca da justiça e da paz, pelo perdão, pela veracidade, pela generosidade e acima de tudo pelo amor.
O Sermão do monte forma um todo maravilhosamente coerente. Descreve o comportamento que Jesus espera de cada um dos seus discípulos, que são também cidadãos do reino de Deus. Talvez uma rápida análise do Sermão ajude a demonstrar a sua relevância para nós, no século vinte.[1]

A. O caráter do cristão (5:3-12): As bem-aventuranças enfatizam oito sinais principais da conduta e do caráter cristãos, especialmente em relação a Deus e aos homens, e as bênçãos divinas que repousam sobre aqueles que externam estes sinais.

B. A influência do cristão (5:13-16): As duas metáforas do sal e da luz indicam a influência que os cristãos devem exercer para o bem na comunidade se (e tão somente se) mantiverem o seu caráter distinto, conforme descrito nas bem-aventuranças.

C. A justiça do cristão (5:17-48): Qual deve ser a atitude do cristão para com a lei moral de Deus ? Ficaria a lei propriamente dita abolida na vida cristã, como estranhamente afirmam os advogados da filosofia da “nova moralidade” e da escola dos “não-mais-sob-a-lei” ? Não. Jesus não tinha vindo para abolir a lei e os profetas, disse ele, mas para cumpri-los. E mais, ele chegou a declarar que a grandeza no reino de Deus se media pela conformidade com os ensinamentos morais da lei e dos profetas, e que até mesmo entrar no reino dos céus era impossível sem uma justiça maior do que a dos escriba e fariseus (5:17-20). Jesus deu, então seis ilustrações desta justiça cristã melhor (5:21-48) relacionando-a com o homicídio, com o adultério, com o divórcio, com o juramento, com a vingança e com o amor. Em cada antítese (“Ouviste o que foi dito... eu, porém, vos digo...”), rejeitou a acomodada tradição dos escribas, reafirmou a autoridade das Escrituras do Velho Testamento e apresentou as decorrências plenas e exatas da lei moral de Deus.

D. A piedade do cristão (6:1-18): Em sua “piedade” ou devoção religiosa, os cristãos não devem se acomodar nem com o tipo hipócrita dos fariseus, nem com o formalismo mecânico dos pagãos. A piedade cristã deve destacar-se acima de tudo pela realidade, pela sinceridade dos filhos de Deus que vivem na presença de seu Pai celestial.

E. A ambição do cristão (6:19-34): O “mundanismo” do qual os cristãos devem fugir pode ter aparência religiosa ou secular. Por isso, devemos ser diferentes dos não – cristãos, não apensas em nossas devoções, mas também em nossas ambições. Cristo modifica especialmente a nossa atitude para com a riqueza e os bens materiais. É impossível adorar a Deus e ao dinheiro; temos de escolher um dos dois. As pessoas do mundo estão preocupadas com a busca do alimento, da bebida e do vestuário. Os cristãos devem ficar livres destas ansiedades materiais ego-centralizadas e, em lugar disso, devem dedicar-se à expansão do governo e da justiça de Deus. É o mesmo que dizer que a nossa ambição suprema deve ser a glória de Deus e não a nossa própria glória, nem mesmo o nosso próprio bem-estar material. É uma questão do que buscamos “em primeiro lugar”.

F. Os relacionamentos do cristão (7:1-20): Os cristãos estão presos em uma complexa teia de relacionamentos, todos eles partindo do nosso relacionamento com Cristo. Quando nos relacionamos devidamente com ele, os nossos demais relacionamentos são todos afetados. Novos relacionamentos surgem, e os antigos se modificam. Assim, não devemos julgar o nosso irmão, mas servi-lo (vs 1-5). Devemos também evitar oferecer o evangelho àqueles que decididamente o rejeitam (v.6); devemos continuar orando ao nosso Pai celestial (vs.7:12) e tomar cuidado com os falsos profetas, que impedem que muita gente encontre a porta estreita e o caminho difícil (vs.13-20).

G. Uma dedicação cristã (7:21-27): O último item apresentado pelo todo do Sermão relaciona-se com a autoridade do pregador. Não basta chamá-lo de “Senhor” (vs.21-23) ou ouvir os seus ensinamentos (vs.24-27). A questão básica é se nós somos sinceros no que dizemos e se fazemos o que ouvimos. Deste compromisso depende o nosso destino eterno. Só quem obedece a Cristo como Senhor é sábio. Pois quem assim procede está edificando a sua casa sobre o alicerce da rocha, que as tempestades da adversidade e do juízo não serão capazes de solapar.

As multidões ficaram perplexas com a autoridade com que Jesus ensinava (vs.28,29). É uma autoridade à qual os discípulos de Jesus de cada geração devem submeter-se. A questão do senhorio de Cristo é relevante hoje em dia, tanto com referência a princípios como à aplicação prática, da mesma maneira que o era quando originalmente ele pregou o Sermão do Monte.

CAPÍTULO 1

O Caráter do Cristão: As Bem-Aventuranças

As bem-aventuranças descrevem o caráter equilibrado e diversificado do povo cristão. São oito qualidades que cada cristão deve ter. Cada qualidade foi elogiada, enquanto cada pessoa que a possui foi declarada “bem-aventurada”. A palavra grega makarios significa “feliz”. O homem que reagir ao seu ambiente com esse espírito terá uma vida feliz. As promessas de Jesus nas bem-aventuranças têm cumprimento presente e futuro.

As bem-aventuranças não podem ser vistas como uma “nova lei” deixada por Jesus para alcançarmos a salvação. A salvação é pela graça.

As quatro primeiras bem-aventuranças descrevem o relacionamento do cristão com Deus, e as outras quatro, o seu relacionamento e deveres para com o próximo.

1. Os humildes de espírito (v.3)

Humilde dependência de Deus. O que sabe que não têm capacidade de salvar-se a si mesmo e que, por isso, busca a salvação em Deus, reconhecendo que não tem direito à mesma.

Ser “humilde (pobre) de espírito” é reconhecer nossa pobreza espiritual ou, falando claramente, a nossa falência espiritual diante de Deus, pois somos pecadores, sob a santa ira de Deus, e nada merecemos além do juízo de Deus.

Esses, e tão somente esses, recebem o reino de Deus. Pois o reino de Deus que produz salvação é um dom tão absolutamente de graça como imerecido.

2- Os que choram (v.4)

Não são os que choram a perda de uma pessoa querida, mas aqueles que choram a perda de sua inocência, de sua justiça, de seu respeito próprio, Cristo não se refere a tristeza do luto, mas a tristeza do arrependimento. Uma coisa é ser espiritualmente pobre e reconhecê-lo; outra é entristecer-se e chorar por causa disto. Confissão é uma coisa, contrição é outra.

Precisamos, então, notar que a vida cristã, de acordo com Jesus, não é só alegria e risos. Jesus chorou pelos pecados de outros, pela maldade do mundo. Nós também deveríamos chorar mais pela maldade do mundo. “Torrentes de água nascem dos meus olhos, porque os homens não guardam a tua lei.” - (SL 119:136). Mas não apenas os pecados dos outros que deveriam nos levar as lágrimas, pois temos os nossos próprios pecados para chorar.

Tais pessoas que choram, que lamentam a sua própria maldade, serão consoladas pelo único consolo que pode aliviar o seu desespero, isto é, o perdão da graça de Deus.

3. Os mansos (v.5)

Gentil, humilde, atencioso, cortês e, portanto, o que exerce autocontrole, sem o qual estas qualidades seriam impossíveis.

Essas pessoas “mansas”, Jesus acrescentou, “herdarão a terra”. Era de se esperar o contrário. Pois achamos que as pessoas “mansas” nada conseguem porque são ignoradas por todos. São os valentões, os arrogantes, que vencem a luta pela existência. Mas a condição pela qual tomamos posse de nossa herança espiritual em Cristo não é a força, mas a mansidão. “Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.” - (SL 37:1) “Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz.” - (SL 37:11) “Aqueles a quem o SENHOR abençoa possuirão a terra; e serão exterminados aqueles a quem amaldiçoa.” - (SL 37:22) “Espera no SENHOR, segue o seu caminho, e ele te exaltará para possuíres a terra; presenciarás isso quando os ímpios forem exterminados.” - (SL 37:34).

Portanto, o caminho de Cristo é diferente do caminho do mundo, e cada cristão, mesmo sendo como Paulo e “nada tendo”, pode dizer-se “possuindo tudo” (2 Co.6:10). Conforme Rudolf Stier: “A auto-renúncia é o caminho para o domínio do mundo.”

4. Os que tem fome e sede de justiça (v.6)

Fome espiritual é uma característica do povo de Deus, cuja ambição suprema não é material, mas espiritual.

É preciso ter, uma fome e sede de justiça que jamais possam ser reprimidas, ou sustadas, ou saciadas, que não procurem nada e não se importem com nada a não ser com a realização e a manutenção do que é justo, desprezando tudo o que possa impedir a sua consecução.

Talvez não exista um segredo maior no progresso da vida cristã do que um apetite sadio e robusto.Se estamos conscientes de um crescimento lento, não será devido a um apetite embotado? Não basta chorar o pecado cometido no passado; precisamos também ter fome de justiça futura. “Pois dessedentou a alma sequiosa e fartou de bens a alma faminta.” - (SL 107:9)

5. Os misericordiosos (v.7)

“Misericórdia” é compaixão pelas pessoas que passam necessidade. É ter compaixão pelos outros, pois eles também são pecadores. Nosso Deus é um Deus misericordioso e dá provas de misericórdia continuamente; os cidadãos do seu reino também devem demonstrar misericórdia. O mundo prefere isolar-se da dor e da calamidade dos homens. Acha que a vingança é deliciosa e que o perdão é sem graça quando comparado a ela. Mas os que demonstram misericórdia encontram misericórdia. (Mt.18:21-35)

6. Os limpos de coração (v.8)

Expressão de pureza interior, a qualidade daqueles que foram purificados da imundície moral. “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.” - (SL 51:10) “O Senhor, porém, lhe disse: Vós, fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade.” - (LC 11:39).

Portanto, os limpos de coração são os inteiramente sinceros. Toda a sua vida, pública e particular, é transparente diante de Deus e dos homens.

Só os limpos de coração verão a Deus, vêem-no agora com os olhos da fé e, no porvir, verão a sua glória.

7. Os pacificadores (v.9)

Cada cristão tem de ser um pacificador, tanto na igreja como na sociedade. Jamais deveríamos nós mesmos procurar o conflito ou ser responsáveis por ele. pelo contrário, somos chamados para pacificar, devemos ativamente “buscar” a paz, “seguir a paz com todos” e, até onde depender de nós, “ter paz com todos os homens” (1 Co.7:15; 1 Pe.3:11; Hb.12:14; Rm 12:18).

Os pacificadores serão chamados filhos de Deus, pois estão procurando fazer o que seu Pai fez.

8. Os perseguidos por causa da justiça (vs.10-12)

Por mais que nos esforcemos em fazer a paz com determinadas pessoas, elas se recusam a viver em paz conosco. Nem todas as tentativas de reconciliação têm sucesso. Na verdade, alguns tomam a iniciativa de opor-se a nós e, particularmente, de nos injuriar e perseguir. Não por causa de nossas fraquezas ou idiossincrasias, mas “por causa da justiça”.

Como Jesus esperava que os seus discípulos reagissem diante da perseguição? O v.12 diz: regozijai-vos e exultai! Não devemos nos vingar como o incrédulo, nem ficar de mal humor como uma criança, nem lamber nossas feridas com auto-piedade como um cão, nem simplesmente sorrir e suportar tudo como um estóico, e muito menos fazer de conta que gostamos disso como um masoquista. Devemos nos regozijar como cristãos. Por quê? Em parte porque, Jesus acrescentou, é grande o vosso galardão nos céus (v.12a). Podemos perder tudo aqui na terra, mas herdaremos tudo nos céus. Também porque a perseguição (por causa da justiça) é um sinal de genuinidade, um certificado de autenticidade cristã, “pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (v.12b). Mas o motivo principal é porque estamos sofrendo, disse ele, por minha causa (v.11), por causa de nossa lealdade para com Ele e para com os seus padrões de verdade e justiça.

Conclusão: As bem-aventuranças pintam um retrato compreensivo do discípulo cristão. Primeiro, vemo-lo de joelhos diante de Deus, reconhecendo sua pobreza espiritual e chorando por causa dela. Isto o torna manso ou gentil em todos os seus relacionamentos, considerando que a honestidade o compele a permitir que os outros pensem dele aquilo que, diante de Deus, já confessou. Mas longe dele aquiescer em seu pecado, pois ele tem fome e sede de justiça; anseia crescer na graça e na bondade. Vemo-lo, depois junto aos outros, lá fora, na comunidade humana. Seu relacionamento com Deus não o faz fugir da sociedade nem o isola do sofrimento do mundo. Pelo contrário permanece no meio deste, demonstrando misericórdia àqueles que foram golpeados pela adversidade e pelo pecado. Ele é transparente, sincero em todos os seus relacionamentos e procura desempenhar um papel tão construtivo como pacificador. Mas ninguém lhe agradece pelos esforços; antes , é hostilizado, injuriado, insultado e perseguido por causa da justiça que defende e por causa do Cristo com o qual se identifica. Tal é o homem ou a mulher que é “bem-aventurado”, isto é que tem a aprovação de Deus e alcança realização própria como ser humano.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

APRISCO - Associação Presbiteriana

Amado Irmão em Cristo, boa tarde, graça e paz!

Recentemente enviei um site da APRISCO! Fui pessoalmente conhecer essa "maravilha".

Homem de Deus, trata-se de uma Associação Presbiteriana que, atua na área social na cidade de Rio Grande da Serra.

Meu amado Irmão, as UPHs tem ajudado. Eles socorrem os moradores carentes da cidade.

Precisam de tudo e tudo é útil: chinelo, sapato, tênis, roupas em geral para crianças, adolescentes, jovens e adultos (homens e mulheres);

Distribuem cestas básicas; Ajudam na reconstrução de casas que foram devastadas por temporal; sobras de materiais de construções. No local funciona a Igreja Presbiteriana e assiste ainda com médico e dentista a população. Também, materia higiênico, sabonete, sabão, escovas, toalhas; Colchões usados que muita gente não usa mais, camas, fogão, geladeira, máquina de lavar, utensílios domesticos em geral em bom estado.

Remédios que não usamos mais podem ser doados, desde que não vencidos.

Meu Irmão, as UPHs da Federação Bandeirantes, estão em campanha, arrecadando tudo isso, alimentos não pereciveis e o nosso irmão Rubens tem um caminhãozinho baú e vai levar para nós. Pela graça de Deus queremos encher esse caminhão de amor para dar aos necessitados. Caso você ache oportuno, ANIME SUA UPH e toda a Igreja para essa campanha.
 
No dia 29.09.2010 d.C no culto das 19 horas o Irmão Edson, um dos responsáveis pelo APRISCO estará conosco na IP Brasilândia, demonstrando com videos e testemunhos.
 
Pb. Heber José

POR QUE SOU DA UPH?

As dificuldades hoje existentes para o avanço e a pujança desse trabalho estão relacionadas a muitas causas. Chego a esta conclusão pelas observação e troca de impressões que venho acumulando mesmo antes de ser membro da diretoria nacional, vejo com vergonha muito dos nossos relatórios, que se lamentam e se lamuriam, freqüentemente repetindo as mesmas justificativas em relação à carência e limitação do trabalho. Por outro lado, conversando e ouvindo também os homens nas sociedades, podemos formaram quadro que pode estar bem próximo da realidade. Que causas seriam essas? Vamos tentar relaciona-las.

Visão e missão – O trabalho masculino de hoje parece, em muitos lugares, Ter perdido a visão de sua natureza e , por conseguinte, sua perspectiva de missão. As lideranças do passado não se preocuparão em formar sucessores, talvez por conta de se ocuparem muito com sua própria agenda, seus próprios planos e sua ânsia de sucesso.

Indolência – Esse mal não é exclusividade dos homens. Vivemos um tempo de secularização, de preguiça, de comodismo. Reconheço que muitas vezes esse comodismo é acentuado pelo rítimo estressante das cidades modernas. Mas é um nível de comodismo e de indolência que não tem a menor condição de se desculpar e se defender exclusivamente por essa característica adversa.

Novidades - As novidades sacodem a igreja. Pois ao trabalho masculino também afetam. É por força das novidades que algumas igrejas, copiando modelos de fora, resumem seu serviço cristão quase que exclusivamente ao culto, culto este onde o período de louvor” vai cada vez mais tomando a posição de predominância e importância em seu decorrer.

Objeções – O estilo da época imprimiu em nós uma atitude refratária a tradições . Claro, tradições nocivas, infrutíferas, substitutas do que é produtivo, sempre devem ser rechaçadas. Mas, ser contra as tradições saudáveis só porque são tradições, isto não é lá muito inteligente. Temos deixado entrar em nossas igrejas um certo espírito refratário ao legítimo e saudável cultivo da boa tradição de se reunirem os homens, e de se dedicarem às suas tarefas históricas, como se tais homens já não fossem mais necessários.

É possível encarar cada uma das dificuldades acima relacionadas, que respondem pela indolência do trabalho dos homens presbiterianos na atualidade, mas por outro lado, mostrando a importância de se revitalizar essa importante missão.

Visão e missão - Proponho uma retomada do trabalho masculino de acordo com suas raízes. Uma retomada de visão e de missão mais afinada com as nossas origens. Menos burocracia, menos perda de tempo com assuntos fúteis, mais produtividade, mais evangelismo, mais envolvimento com a “missão urbana” da igreja local (pontos de pregação, congregações, etc...).

Serviço – Postulo que os poucos homens hoje envolvidos no trabalho masculino comecem a mostrar serviço. Já mostram? Então devem mostrar mais ...É no espírito de operosidade produtiva e comprometida com o que honra e glorifica ao Senhor que outros homens, hoje “parados” , serão motivados a engrossar fileiras. E postulo também que esses parados pensem : Pv 6. 6-11. Menos TV, menos futebol, menos isso e aquilo nas tardes de Domingo ou em alguns sábados, e um pouco de dedicação à obra. Não postulo trabalho escravo – apenas um pouco mais de envolvimento ( II Co 5. 15).

Preservando o que é bom - Não vamos jogar fora as ricas lições do nosso passado. Já disse, com propriedade e isenção, o missionário. Paul Pierson que o segredo do êxito da expansão presbiteriana no leste de Minas e Espírito Santo, entre os anos 1910 e 1959, se deveu a uma característica singular aliada ao trabalho e denodo dos pastores de visão como Mattathias e Annibal Nora – o espírito desimpedido e comprometido dos homens ( “leigos” ) que os acompanhavam; e isso, sem a ação dos missionários, porque eles não trabalham nessa região, que foi a de maior crescimento do presbiterianismo brasileiro, naqueles anos. É isso! Pastores: usem esse precioso potencial! Homens: não joguem fora seu potencial!

Enfim algumas sugestões práticas aos homens:

Abandonar o comodismo: De maneira acomodada não vamos a lugar nenhum (Provérbios 24:33,34);

Aceitar a instrução: Deus proporcionou um pastor na sua igreja, e instituiu um conselho; logo eles são autoridade espiritual sobre sua vida. Ajustes serão necessários. Não assuma que já é auto-suficiente ( I Cor 4:7).

Descartar a futilidade: Se os homens da igreja, nas suas reuniões, nos seus planejamentos, nas suas atividades, não deixarem essa mania de gastar muito tempo com firulas, com futilidades, com nenhuma que leva a lugar nenhum, não vão angariar simpatia de muitos outros; o homem do sec. XXI que é professor, que trabalha numa empresa de vanguarda, não tem muita paciência (a não ser pela graça), com essas coisas supérfluas – Mais objetividade! Mais produtividade! Menos desperdício de tempo! ( Fp 4:8; Ef 5:16).

Planeje e estabeleça seus alvos: De acordo com sua missão: veja o quadro atual da IPB, cerca de 2000 igrejas, porém muito mais ministros;09 seminários e 01 extensão, caminhando para mais... o crescimento dos campos com capacidade de sustento não acompanha o ritmo de crescimento das vocações, e entre essas poucas são missionárias ... É preciso arregaçar as mangas!!! HOMENS – A TAREFA ESTÁ EM VOSSAS MÃOS! (Mt 9:37;38).

Envolvimento integral: Não sejam acanhados... Quais são as esferas de ministério da igreja?

Então, que estão esperando? Mãos à obra!!!

HOMEM, LEVANTA E CLAMA!

Marco Aurélio Tiburcio (Adaptado)
vice-presidente da CNHP (Região Sudeste)

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/

'EU VOS FAREI PESCADORES DE HOMENS" Mt. 4:19

Autor: Luiz Carlos S. Silva

Um homem em missão especial de paz em Bagdá ocupou o noticiário mundial nos últimos dias por ter sido vítima de atentado terrorista.

Notabilizou-se pelo exercício de diversas missões de paz em vários países, sempre designado para conduzir alguma nação à normalização de suas relações internas e organização de sua forma de governo.

A habilidade pacificadora foi traço marcante na vida profissional de Sérgio Vieira de Melo, brasileiro chefe de várias missões da ONU.

Seria este um perfil a ser imitado por servos do Senhor? A atuação simplesmente pacificadora esgotaria a missão dada por Jesus aos seus servos? Sendo apenas pacificadores estaríamos cumprindo nossa missão?

Limitando esta mensagem aos homens presbiterianos: A missão que nos cabe tem sido exercida?

A busca da paz deve ser, em qualquer circunstância, objetivo de servos do Senhor. O apóstolo Paulo nos convoca a uma atuação pacificadora: “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”(Romanos 12.18). Devemos nos esforçar na busca da paz em nossas relações.

Mas nossa missão deve ir além da pacificação. É exigido do servo a missão de anunciador de uma paz que ultrapassa a conciliação entendida pelos homens: a Palavra de Deus. Dos fiéis servos do Senhor é requerida a proclamação da verdadeira paz dada por Jesus Cristo, através de seu sacrifício, permitindo a reconciliação de todos os homens com o Deus Vivo e Verdadeiro(Romanos 5.1). A evangelização da paz a todos é a missão que nos cabe (Efésios 2.17).

Esta mensagem dirigida aos homens presbiterianos objetiva convocá-los a se integrarem ao PROJETO NOVO TESTAMENTO.

A missão de anunciar as boas novas de salvação tem sido constante preocupação da Confederação Nacional dos Homens Presbiterianos objetivando cumprir o lema do trabalho masculino da Igreja Presbiteriana do Brasil: “Eu vos farei pescadores de homens”.

Para cumprimento desta missão os homens presbiterianos dispõem do Novo Testamento formatado especialmente em tamanho de fácil manuseio, com apresentação de excelente bom gosto, criado em 2001 pelo Projeto Novo Testamento e tendo como proposta a distribuição intensa da Palavra de Deus em todas as áreas da sociedade.

A missão especial de anunciar a paz completa e perfeita contida no evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo pode ser cumprida pelos homens presbiterianos engajando-se no Projeto Novo Testamento.

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/

UMA LIDERANÇA AVIVADA

Rev. Hernandes Dias Lopes
Texto: Atos

- Éfeso passa por um verdadeiro avivamento:

a) At 19.10 = Todos os habitantes da Ásia ouvem a Palavra

b) At 19.11,12 = Muitos fatos gloriosos - milagres de Deus

c) At 19.17 = Nome de Jesus engrandecido

d) At 19.18 = Confissão espontânea de pecado

e) At 19.19 = As portas do inferno saqueadas - queima de livros mágicos

f) At 19.23-40 = Contra ataque do inimigo.

- Igreja marcante = Fé e amor Ef. 1.15

- Paulo fala à liderança

I. PROFUNDO COMPROMISSO COM O SENHOR DA IGREJA - v. 19

- “...servindo ao Senhor.” = Servir é trabalho, é empenho, é mão no arado, é esforço. Paulo prega na cadeia, nas estradas, no templo, na sinagoga, na escola.

- Quem serve ao Senhor não vive reclamando, não vive murmurando, não fica lamentando dos irmãos e da igreja onde está.

- Quem serve ao Senhor não vive procurando elogios, bajulação, destaque. Não vive correndo atrás de promoção.

- Quem serve ao Senhor não vive querendo agradar a homens, fazendo da igreja de Deus uma plataforma de relações públicas, de concessões, para agradar gregos e troianos.

- Quem serve ao Senhor precisa ser humilde - Não há lugar para vaidade, auto-projeção, soberba - I Co 3 “Quem é Paulo? Quem é Apolo?”

- Hoje estamos precisando de homens que se comprometam mais com Jesus. Se a liderança não andar com Deus, o rebanho não vai andar. A igreja é um reflexo da sua liderança. Se a liderança falha, o povo falha. Se o líder não estiver na frente, o rebanho não terá ânimo. Exemplo: Quando Israel tinha líderes comprometidos com Deus, o povo se voltava para Deus.


II. PROFUNDO COMPROMISSO COM A ORAÇÃO - v. 19 “Com lágrimas...”

- Quem ora tem um coração sensível, quebrantado com a sua situação e com a situação do seu povo.

- Jesus foi um líder de oração. Orava só. De madrugada. Passava noites em oração. Orava a noite toda antes das grandes decisões. Orava na hora da dor, da tentação. Quando Ele orou o céu abriu e o Espírito Santo desceu sobre Ele.

- Paulo foi um líder de oração. Nenhum líder pode ser forte se não ora. Sem oração nossos projetos fracassarão: os grandes líderes foram homens de oração: Abraão, Moisés, Josué, Neemias, Paulo, Lutero, Calvino, John Knox, George Whitefield, Jonathan Edwards, Finney, Moody, Simonton.

- A igreja presbiteriana da Coréia = 5h a igreja toda orando. Vinte graus negativos e as mulheres com neve até o joelho. A igreja que não tem reunião de oração diária não é considerada igreja evangélica. Exemplo: APOCALIPSE 8.3-5


III. PROFUNDO COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS - v. 20,27

- Paulo pregou, ensinou, de casa em casa. Seu maior propósito de vida era testemunhar o Evangelho.

- Precisamos gastar tempo com a Palavra. Temos de ser impactados com a Palavra. Temos de orar para que a Palavra em nossa boca seja: FOGO como foi na boca de Jeremias; VERDADE como foi na boca de Elias. Precisamos pedir a Deus que a Palavra seja viva nas nossas mãos e ardente nos nossos corações.

- Temos que nos alimentar da Palavra para alimentarmos o rebanho.

- Dois riscos: 1) Quacres = luz interior sem a Palavra. 2) Ortodoxia gelada = palavra sem piedade Exemplo: Bordão na mão de Geazi não tem poder.

- Os grandes despertamentos começaram quando o povo voltou-se para a Palavra = Ezequias, Josias, Esdras, Atos 2, Ez 37, Éfeso, Tessalônica, Reforma Século XVI.


IV. PROFUNDO COMPROMISSO COM A VIDA PESSOAL - v. 28

- Cuidai de vós mesmos. Das 16 características do presbítero em I Timóteo 3, quinze falam do seu caráter e uma fala de sua capacidade de ensinar.

- Cuide de sua língua, de seu temperamento, cuide da sua mente, do seu lar, de sua esposa, de seus filhos, de seu testemunho, do seu trabalho, de seus relacionamentos.


V. PROFUNDO COMPROMISSO COM A IGREJA DE DEUS - v. 28

1. Vocês foram constituídos pelo Espírito Santo = vocação celestial.

2. Vocês foram constituídos bispos = guardiães. Vigiai o rebanho; v. 29,30 - cuidado com os lobos de fora e de dentro.

3. Vocês foram encarregados de pastorearem = cuidar, alimentar, curar, proteger, dar repouso, segurança às ovelhas de Deus.

4. Vocês são responsáveis por TODO O REBANHO = A igreja toda. Cada ovelha. Veja Ez. 34 > Ez. 34.1-6.

5. Vocês não são donos da igreja = Ela é de Deus. Vocês são mordomos, não proprietários.

6. Vocês cuidam de vidas muitos caras para Deus = Ele comprou cada ovelha com o preço do sangue de Jesus.


CONCLUSÃO

- “O mundo está para ver o que Deus pode fazer com um homem que se coloque totalmente nas mãos de Deus.” - Moody - “Eu aceito ser este homem.”

- Você quer ser um líder segundo o coração de Deus? Um líder modelo? Que Deus nos abençoe.

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/

SACERDÓCIO NA IGREJA

O Sacerdócio na Igreja tendo como texto básico Gálatas 6.1/2

No registro bíblico Paulo nos fala sobre a necessidade de harmonia na igreja, entendimento entre os homens.

Na série Estudos Bíblicos, de John Stott, da Editora Cultura Cristã, Vida Pela Graça, baseado no livro de Gálatas, o autor sob o título Amando Uns Aos Outros,nos fala em seu estuto de número 11 o seguinte:

"A primeira e grande evidência de nosso andar no Espírito ou de estarmos cheios do Espírito não é alguma experiência mística particular, mas nosso relacionamento prático de amor com as outras pessoas. Isso é lógico, uma vez que o primeiro aspecto do fruto do Espírito é o amor. Mas é fácil falar sobre o amor de modo abstrato e genérico, e é muito mais diificil chegar a situações concretas, situações específicas em que demonstramos o nosso amor pelos outros?

O autor apresenta algumas propostas de estudo que podemos desenvolver em encontros dos homens, com fundamento no texto básico para o tema Sacerdócio na Igreja.

Como o Espírito tem ajudado você a amar alguém que de outro modo você não acharia muito amável?

Como você descreveria uma pessoa que é espiritual no sentido cristão?(Gálatas 6.1)

Que tentações acompanham o ver outro cristão pecar(Gálatas 6.1)

Surpreender alguém numa falta exigiria confrontação, talvez o uso de palavras fortes como as de Paulo empregou com Pedro(Gl. 2.11). De que modo a bondade e genileza podem fazer parte da restauração?

Quando você acha mais dificíl pedir ajuda a alguém(Gl. 6.2)?

Quais são alguns exemplos de cargas que os cristãos poderiam e deveriam compartilhar com os outros(Gl. 6.2)

Existem algumas cargas que não deveriam ser compatilhadas?

Quais cargas você precisa de ajuda para levar?

Identifique em sua igreja alguém cuja carga você possa ajudar a levar?

O tema proposto para o trabalho masculino em 2004 é o Sacerdócio na Igreja tendo como texto básico Gálatas 6.1/2
Autor: Luiz Carlos S. Silva
 
Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/

HOMENS FORTALECIDOS PARA SERVIR

Autor: Rev. Ashbell Simonton Redua
CONSAGRAÇÃO E EVANGELIZAÇÃO

Atrair o homem para Cristo é um dos grandes desafios da CNHP no quadriênio de 2006-2010.

Mas se os homens se lançam à procura da felicidade ilusória que a sociedade moderna tão facilmente lhes oferece, como fazê-los aderir a um Igreja Reformada com as exigências e os sacrifícios que lhe são inerentes?

Tentar esconder a Doutrina da Graça de Cristo, julgando assim poder ganhar a simpatia do homem contemporâneo é ilusão que só poderá produzir esterilidade no processo evangelístico.

A resposta a este problema crucial para quem se dedica à evangelização, em nossos dias, a encontramos no princípio: “Se Cristo lhes for apresentado com o seu verdadeiro rosto, os homens reconhecem-No como resposta convincente e conseguem acolher a sua mensagem, mesmo se exigente e marcada pela Cruz” .

Descortinar a verdade em toda a sua totalidade deslumbrante é o segredo de uma autêntica evangelização, método que os Homens Presbiterianos seguem na evangelização individual, no lar, na família e em todos os setores da atividade humana.

Mas, surge então a dificuldade: como chegar até aos que não freqüentam a Igreja? A resposta é lapidarmente simples: indo até junto deles. É esse o papel do evangelizador.

Consagração e Evangelização, tema este proposto para 2006, assim parto do pressuposto de que a Evangelização é conseqüência da consagração. A presença de crentes consagrados no país preserva das trevas, da escuridão, da ignorância, pois os crentes consagrados são a luzes do mundo e o brilho dessa luz não pode ser escondido (Mateus 5.14-15).

A presença de cristãos consagrados no país manifesta a glória de Deus através das obras que são fruto da fé (Mateus 5.16)

Portanto, a evangelização genuína do Brasil é a resposta para a crise política e moral que ele vive no momento. Se o país está se apodrecendo na corrupção, é porque falta sal; se está perdido e desorientado, é porque falta luz!

Consagrar é oferecer a Deus aquilo que temos de mais valioso: nossa vida!

Somos chamados para sermos separados para Deus, consagrados a Ele, pois, somos Dele. Para que a evangelização flua na sua vida, tem que haver consagração da sua parte. Se desejarmos ser usados por Deus na evangelização do Brasil, temos de estar dentro de Seu padrão, ou seja, vivendo de acordo com a Sua Palavra. Deus conta com você para a realização da obra evangelística do Brasil! Ele deseja te usar!

Do mesmo modo, a nossa consagração perde o sentido se não estiver baseada no amor ao Senhor e no prazer de andar em sua presença. Sem essa motivação, a evangelização torna-se simplesmente um ato religioso ou legalista.

Ser consagrado ao Senhor é mais que rejeitar o pecado ou a carne. Ser consagrado ao Senhor é rejeitar tudo o que estiver impregnado pela morte.

Logo, a consagração é uma das condições para sermos usados por Deus na obra de evangelização. Não me refiro àquela consagração religiosa ou legalista, mas àquela que vem de um coração que deseja a presença de Deus.

Quando evangelizamos sem consagração as conseqüências são imediatas:

- Perdemos o poder para vencer o pecado e subjugar o inimigo

- Perdemos a liberdade conquistada em Cristo. Por causa do pecado muitos que outrora foram libertos vivem agora debaixo das cadeias do diabo;

- Perdemos a visão, o discernimento e a sensibilidade espiritual;

- Perdemos a direção espiritual. Por causa das cadeias espirituais que nos prendem passamos a andar em círculos;

Devemos entender que Os seguidores do Senhor Jesus Cristo têm a obrigatoriedade de mostrar-se diferente na sociedade, não compartilhando dos mesmos prazeres e satisfações comuns àqueles que desconhecem o amor do Redentor. Ele é chamado para ser exemplo e padrão de conduta, demonstrando através de suas ações que é regido pelo Espírito de Deus. Responsabilidade, integridade e dignidade são qualidades inerentes aos que vivenciam o senhorio de Cristo.

Como parte prática da consagração o empregado no desempenho de suas funções profissionais jamais pode afastar-se da direção do Espírito Santo, que o faz ser uma pessoa digna no cumprimento de suas funções e delegações. O Patrão precisa ser visto como um instrumento de bênção, levantado por Deus para proporcionar meio, através dos quais os compromissos sociais são honrados.

A Consagração a Deus deve ser total, incluindo: a vida, a família, bens, emprego, tudo! Afinal o servo é simplesmente um mordomo que administra os recursos que foram proporcionados. Consagre o teu emprego ao Senhor, mesmo que seja simples e pouco remunerado (faça sempre o melhor!). Ore diariamente, suplicando bênçãos ao teu empregador (chefes e encarregados).

O Homem Presbiteriano deve entender que ao consagrar sua vida ao Senhor, estará também capacitado a evangelizar, testemunhando daquilo que tem recebido de Deus; se cada conselho de igreja se empenhar na consagração; e se cada família preocupar-se ativamente com a salvação de seus parentes, amigos e vizinhos, cumpriremos o alvo proposto pela CNHP para 2006: Consagrando e Evangelizando. A sinceridade na apresentação desse tema implica na consagração integral do coração e da vida de quem deseja evangelizar o Brasil.


* Rev. Ashbell Simonton Rédua é pastor da Igreja Presbiteriana do Sinai, em Niterói-RJ

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/

terça-feira, 17 de agosto de 2010

CARTILHA DA UPH

3ª Edição


PALAVRA DO PRESIDENTE DO SUPREMO CONCILIO DA IPB

“Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém. Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo” (I Cor.2:15-16)

De antemão, em primeiro lugar, registro que é para mim um privilégio, e uma grata alegria, como Presidente do Supremo Concílio de nossa amada Igreja Presbiteriana do Brasil, dirigir-me à União Presbiteriana de Homens neste momento importante da Igreja. Em segundo lugar, entendo que o crescimento (qualitativo, quantitativo e orgânico) e o despertamento da IPB, tão sonhado e desejado pelos crentes que verdadeiramente amam, tem que ser harmônico e acontecer concomitantemente em todos os níveis da Igreja (local, regional enacional), a partir da Igreja local, através de suas Sociedades Internas. Estou certo de que a força institucional da IPB está na Igreja local. As bençãos que desejamos para Igreja nacional fluirão a partir da Igreja local, no momento em que nossa estrutura de Sociedades Internas for priorizada e valorizada, bem assim, quando os Presbiterianos, de modo geral, amarem e se comprometerem fielmente com a Igreja Presbiteriana do Brasil.

A UPH é parte indispensável desta estrutura e, a despeito das dificuldades, vem exercendo um valiossímo ministério para a vida de nossa Igreja e para a expansão do Reino de Deus.

O Homens Presbiterianos têm sido peças fundamentais, vasos de honra nas mãos do Senhor para abençoar toda a Igreja. O trabalho masculino precisa ser olhado, não na perspectiva do numero de sócios, mas na perspectiva da magnitude de sua missão, a saber: “Semear a santa semente” com zêlo e eficiência. A Igreja Presbiteriana do Brasil há de valorizar o Homem Presbiteriano que demonstra compromisso com Cristo e com sua Igreja, no exercício de seu ministério na UPH. Por isso, recomendo que em cada Igreja Presbiteriana haja uma UPH vibrante.

A nossa Igreja, com uma visão missionária de plantar Igrejas no Brasil e no mundo, bem como, com a consciência de sua responsabilidade social, crê que a participação capacitada e eficiente da UPH se faz necessária e indispensávelpara que os alvos sejam alcançados e os desafios sejam vencidos.

O ministério de treinamento e capacitação dos Homens Presbiterianos para o exercício do oficialato,
promovido pela UPH na Igreja local, corresponde aos anseios e alvos da Igreja nacional.

Rogo as bençãos do Senhor aos amados Homens Presbiterianos, no estudo desta cartilha, e que mesma seja de grande utilidade para as nosss UPHs locais.

Desejo, outrossim, concitar a todos os Homens Presbiterianos de nossa IPB a fazerem parte da UPH e aproveitarem a benção desta cartilha.


Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do SC/IPB


UPH – O QUE É ISTO ?

O HOMEM COMO LIDER ESPIRITUAL

Segundo as Escrituras, Deus conferiu ao homem uma responsabilidade especial de liderança na família e na Igreja. Todavia, liderança não significa dominação ou controle, mas capacidade de iniciativa, tomada de decisões, orientação e cuidado, sempre tendo em vista o bem-estar e a prosperidade dos liderados.

Existem passagens que parecem atribuir ao homem uma posição superior, tais como Gn. 3:16; I Cor. 11:3, 8-9; Ef. 5:23; I Tim. 3: 4,2.

Todavia, essa é uma área, como muitas outras, em que a realidade do pecado humano produz distorções que violam o propósito de Deus. Dois extremos podem ocorrer nesse contexto:

1) Homens que se recusam a ser líderes, revelando-se passivos, acomodados, negligentes quanto aos seus deveres como esposos e crentes;

2) Homens que revelam-se agressivos, autoritários, dominadores, igualmente afastando-se dos padrões de Deus para os seus filhos.

O grande modelo e exemplo para o homem cristão é Jesus Cristo. Cristo certamente era possuidor de uma grande autoridade, mas os seus ensinos e exemplo revelam um conceito de liderança bastante diferente do que muitas vezes encontramos na sociedade. Ver, por exemplo, MT. 11:29; 20:26-28; João 13:12-15.

As exortações apostólicas têm as mesmas ênfases, ver: Ef. 5:21, 25-29; 6:4; CL 3:19,21; 4:1 ; I Pe. 3:7; 5:1-3.

Portanto, a liderança masculina deve ser exercida com firmeza, mas também com moderação, humildade, espírito de serviço e amor.

Uma das áreas em que essa liderança é mais necessária é a área espiritual. O homem tem a responsabilidade de promover a vida espiritual do seu lar, pelo ensino, pelo exemplo, por iniciativas práticas.

Exemplos: aproveitar as oportunidades para ensinar aos filhos as verdades bíblicas; praticar o culto doméstico de maneira alegre, informal e participativa; cultivar uma atmosfera de amizade, companheirismo e respeito; ser um bom esposo e pai; valorizando a família e gastando tempo para fortalecer os vínculos familiares, ver: Dt. 6:5-7, 20-21; 11:18-21; Pv. 22:6; 29:17.

Exemplos bíblicos de líderes espirituais: Josué (Js. 24:15); Jó (1:5); Isaías (Is. 8:18).

O MINISTÉRIO DOS HOMENS PRESBITERIANOS

A atuação dos Homens Presbiterianos pode ser muito ampla, dentro e fora da Igreja.

1.- DENTRO DA IGREJA

• Um dos primeiros objetivos das UPHs é oferecer aos homens oportunidades de companheirismo e confraternização. Assim como as mulheres gostam de encontrar-se com as suas amigas, os jovens com outros jovens, os homens também tem a necessidade psicologia e social de se relacionarem com indivíduos do seu gênero. A UPH proporciona aos homens cristãos a oportunidade de se confraternizarem de maneira saudável e construtiva.

• A UPH dá aos homens da Igreja a oportunidade de cultivarem a sua vida espiritual ouvindo preletores, estudando as Escrituras e orando.

Exemplos de Temas para estudos bíblicos: Jó – A história de um homem que defrontou-se com a adversidade; Daniel - Como manter-se leal a Deus no meio das pressões da sociedade; Lições sobre a vida no livro de Provérbios; Estudo de relacionamentos masculinos em I Samuel; Epistola aos Galatas – A liberdade do homem cristão.

• Os homens também podem aprender sobre suas necessidades específicas: como relacionar-se melhor com a esposa e os filhos, como lidar com tentações (área sexual e outras), como enfrentar problemas no trabalho e na vida financeira, como lidar com os desafios de diferentes faixas etárias (meia-idade, maturidade, velhice).

• Outras atividades: Cursos de treinamento de liderança; café ou jantar mensal; palestras sobre temas que interessam os homens; auxilio a homens da Igreja que estão procurando emprego, estão passando por dificuldades várias, estão sozinhos, etc.

• A UPH deve ainda atuar na vida mais ampla da Igreja. Os objetivos da Igreja devem ser também os objetivos da UPH.

2.- FORA DA IGREJA

• Área missionária: a UPH pode envolver-se com atividade de cunho evangelístico (visitas, testemunhos, distribuição das Escrituras e literatura cristã) em presídios, hospitais, asilos, ruas e outras instituições.

• A área de assistência social também é muito apropriada para o trabalho dos homens: recolhimento e distribuição de donativos (em parceria com a Junta Diaconal), visitas e apoio a pessoas necessitadas, trabalho voluntário em instituições sociais. Outros exemplos: Construção de casas para pessoas pobres; banco de materiais de construção (oriundos de reformas) e de móveis usados; captação de recursos para causas sociais ( churrasco, jantar, almoços, etc.); doação de sangue, etc.

• Atividade missionária, plantando Igrejas em cidades, bairros próximos a sua Igreja, evitando que se gaste dinheiro com missionários nas proximidades.

• Oferecer voluntariamente as instituições educacionais, para fazer ou promover palestras educativas sobre temas atuais.

Rev. Dr. ALDERI SOUZA DE MATOS


ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO MASCULINO DA IPB


PREMISSAS

• A base da nossa organização é a UPH (UNIÃO PRESBITERIANA DE HOMENS), e está subordinada integralmente ao Conselho de suas respectivas Igrejas.

• A Organização não é Concilio da IPB.

• A Organização funciona de forma semelhante ao sistema conciliar da IPB, conforme será visto abaixo:


1) OBJETIVOS

a) Cooperar com a Igreja, como parte integrante da mesma, nos seus objetivos de servir a Deus e ao próximo em todas as suas atividades, promovendo a plena integração de seus membros;

b) Incentivar o cultivo sadio de atividades espirituais, evangelísticas, missionárias, culturais, artísticas, sociais e esportivas (Ministérios)

c) Promover uma salutar convivência com os outros departamentos e Organizações da IPB e também com denominações evangélicas fraternais.

1) INICIO DO TRABALHO

* Eleito o primeiro Secretario Geral - 1951 (Rev. Dr. Israel Gueiros)
* Estruturação do Trabalho Masculino (UPH) - 1966

2) NÍVEIS DE REPRESENTATIVIDADE

a) NACIONAL - Confederação Nacional de Homens Presbiterianos (CNHP)
b) SINODO - Confederação Sinodal
c) PRESBITÉRIO - Federação
d) IGREJA - UPH

3) INTERFACES

Para cada nível há um elemento que faz as interfaces com os Concílios da IPB:

a) SUPREMO CONCÍLIO -Secretario Geral do Trabalho Masculino (eleito na reunião ordinária do Supremo Concilio) Mandato - 4 anos

b) SÍNODO - Secretario Sinodal (eleito na reunião ordinária do Sínodo) Mandato - 2 anos

c) PRESBITÉRIO - Secretario Presbiterial (eleito na reunião ordinária do Presbitério)

Mandato - 1 ano

d) IGREJA - Conselheiro ( eleito na reunião do Conselho) Mandato - 1 ano.

4) DEMONSTRAÇÃO DAS INTERFACES

5) DIRETORIAS

• Cada nível funciona com Diretoria própria, da seguinte forma:
• Cargos
Presidente, Vice-Presidente, I Secretario, II Secretario, Secretario Executivo e Tesoureiro.

• Mandatos:
Confederação Nacional - 4 anos ( eleito no Congresso Nacional)
Confederação Sinodal - 2 anos (eleito no Congresso Sinodal)
Federação - 1 ano (eleito no Congresso da Federação)
UPH - 1 ano (eleito na reunião plenária)

6) SECRETARÍAS DE ATIVIDADES

As Secretarias têm como objetivo preparar os sócios para que tenham condições de desenvolver qualquer atividade na Sociedade local, na Federação, na Confederação Sidonal e Nacional, ou ainda na Igreja local como um todo

Em todos os níveis as Secretarías de Atividades são nomeados pelo Presidente em comum acordo com os Secretários representantes dos Concílios. Estas Secretarias são fundamentais no auxilio do desenvolvimento dos trabalhos. São elas: Espiritualidade. Evangelização, Missões, Ação Social, Causas da IPB, Comunicação e marketing, Cultural, Esporte e lazer, Sociabilidade, Estatística e outras (ministérios).

7) MANUAL UNIFICADO

Toda a Organização em todos os níveis funciona com base no Manual Unificado, onde estão todas as orientações e regras de funcionamento para todas as atividades da Sociedade. Este Manual é aprovado pelo Supremo Concilio, ou seja, é um documento da IPB

8) LEMA
O Lema do trabalho Masculino é: “ Eu vos farei Pescadores de Homens” (Mt. 4:19).

9) MOTO
O Moto é: “Confiança em Jesus, Entusiasmo na Ação, União Fraternal.”

O moto deve ser recitado por todos ao final de toda reunião.

10) SÍMBOLO

O Símbolo do Trabalho Masculino é um Peixinho com a inscrição “IXOTE”(Jesus Cristo filho de Deus Salvador)

11) REVISTA

A comunicação geral do Trabalho Masculino é feita pela REVISTA PROPOSTA, a revista do Homem Presbiteriano. Esta revista é editada trimestralmente.

12) HINO

O hino oficial do Trabalho Masculino e o Nº 326 do HE – “Homens Presbiterianos”.
Letra : Rev. Bolivar Bandeira. Música: Pb. Eurípedes e Benedito Rodrigues de Carvalho.

13) BANDEIRAS

Todos os níveis devem ter suas Bandeiras.
Dimensão da bandeira: Altura: 84 Cm; Largura: 118 Cm.

14) DIA DO HOMEM PRESBITERIANO

* Dia 02 de Fevereiro (Comemorado no Iº Domingo de Fev.)
Aprovado pelo Supremo Concilio em 1966 (SC 66-161)

15) FINANÇAS

O sustento do Trabalho Masculino em todos os níveis, a exceção das UPHs, e feito através das “Taxas Per capitas”, e verbas cedidas por liberalidade pelos Concílios.

A “Taxa Per capita” é de R$ 10,00 (dez reais) por sócio de UPH por ano.

A distribuição dessa “Taxa Per capita” é feita da seguinte forma:
40% - Federação
30% - Sinodal
30% - Nacional

A UPH recebe verbas votadas pelo Conselho da Igreja.

16) TEMA

A todo quadriênio é escolhido um tema Nacional e sub-temas anuais, que servem de base para o trabalho.

17) COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL

A Comissão Executiva da Confederação Nacional se reúne uma vez por ano, e são seus membros: Diretoria da CNHP, Secretarias de Causas da CNHP e Presidentes das Sinodais.

18) CONGRESSOS

NACIONAL - De 4 em 4 anos, antes da reunião do Supremo Concílio
SINODAL - De 2 em 2 anos, antes da reunião ordinária do Sínodo
FEDERAÇÃO - Anualmente, antes da reunião ordinária do Presbitério

19) BIENAIS

São encontros feitos regionalmente (geralmente a nível de um Estado ou mais) nos interregnos dos Congressos Nacionais, ou seja de 4 em 4 anos, de cunho inspirativo e de confraternização. Estas reuniões devem ter a participação da família do Homem Presbiteriano e seus convidados. Parece um congresso mas não é, não tem nenhuma obrigação administrativa, não há documentos a serem examinados e nem atas a serem feitas. A programação deve ser bem descontraída, havendo tempo para troca de experiências entre trabalhos de UPHs e lazer.

20) BANDEIRANTES DA FÉ

Bandeirantes da Fé é um projeto do trabalho masculino da IPB, que visa uma Ação Social prática, onde os homens das UPH se arregimentam para ajudarem-se em vários segmentos, ou seja, construções e reformas (casas, muros, banheiros, pinturas, instalações, etc), doação de sangue, assistência médica e odontológica, alfabetização, bolsa de materiais de construção (doações), aquisição de equipamentos para deficientes, criação e apoio a escolas, voluntariado para auxilio em hospitais, etc.

21) SECRETARÍAS DE ATIVIDADES

As Secretarias de Atividades são áreas de atuação em que todos os sócios são desafiados a atuar individualmente e coletivamente:

ESPIRITUALIDADE:

a) Colaborar com o Presidente no planejamento da atividade de toda a parte devocional da Sociedade;
b) Estimular a realização do culto doméstico;
c) Despertar a responsabilidade dos sócios quanto ao dízimo;
d) Estudos bíblicos;
e) Concursos bíblicos;
f) Estudo dos Catecismos e da Confissão de Fé;
g) Reuniões de oração e vigílias;
h) Outras atividades conforme as exigências locais.

EVANGELIZAÇÃO:

a) Promover trabalhos de evangelização nos lares, ao ar livre, em presídios, hospitais e pontos de pregação;
b) Promover distribuição de Bíblias, Novos testamentos, folhetos, livros evangélicos e outros;
c) Promover cursos de treinamento para evangelização pessoal e discipulado.

MISSÕES:

a) Convidar autoridades na área de missões para proferirem palestras sobre o assunto, bem como outras pessoas ligadas a atividade missionária, ouvido o pastor;
b) Divulgar os boletins das Juntas de Missões , bem como artigos escritos sobre a matéria nos órgãos de informação da IPB e de outras denominações;
c) Manter correspondência com missionários (divulgando suas cartas e relatórios entre os sócios);
d) Promover, entre os sócios, campanhas em favor das Juntas de Missões da IPB, desde que aprovadas pelo Conselho da Igreja.

MÚSICA:
a) Louvor: orientação e seleção quanto à escolha de cânticos, estudo quanto ao aspecto teológico dos hinos;
b) Instrumentos: aquisição, conservação e utilização dos instrumentos;
c) Organização e funcionamento de trios, quartetos, orfeão, grupos vocais e instrumentais;
d) Cursos: sobre teoria musical, instrumentos musicais, técnicas vocais, regência e hinologia;
e) Atividades musicais: mostra de música sacra, seminários, estudos práticos sob a forma de palestras, debates ou dinâmica de grupo, divulgação de literatura musical;
f) Outras atividades a juízo da secretaria e conforme realidades locais;

AÇÃO SOCIAL:

a) Executar projetos sociais entre a população de baixa renda, distribuição de alimentos e agasalhos, mutirões, alfabetização de adultos e crianças, assistência médica-odontológica;
b) Visitar cadeias, asilos, orfanatos, hospitais e enfermos;
c) Promover seminários ou palestras sobre primeiros socorros, higiene, relações humanas, cuidados e acidentes na infância, doenças sexualmente transmissíveis, tóxicos, orientação vocacional e outras;
d) Promover cursos como: artesanato, trabalhos manuais, marcenaria, curso práticos de eletricidade, hidro-sanitaria, mecânica, computação, etc.

CAUSAS DA IPB:

a) Educação teológica: divulgar informações sobre os seminários e institutos bíblicos (professores e alunos), promover orações em favor deles e comemorar os dias a eles dedicados;
b) Instituições educacionais da Igreja: divulgar informações sobre as entidades da IPB e promover orações em favor delas;
c) Educação eclesiástica: promover estudos sobre Manual Presbiteriano e sobre o Manual Unificado;
d) Pastores jubilados e viúvas de pastores: divulgar informações sobre a pessoa de cada um, trabalho realizado, tempo de serviço, condições atuais, e incentivar orações, visitas e correspondências, bem como outras manifestações de constante apreço, interesse e simpatia.

CAUSAS LOCAIS E SOCIABILIDADE:

a) Prestigiar todas as atividades da Igreja;
b) Incentivar a Sociedade a mostrar apreço pelo pastor e sua família;
c) Cumprimentar, em nome da Sociedade, os sócios em seus aniversários e em outras ocasiões especiais;
d) Festejar as datas constantes no calendário;
e) Promover um entrosamento maior com todos os membros da Igreja, dispensando especial atenção aos visitantes;
f) Visitar sócios afastados;
g) Atender as necessidades das pessoas da terceira idade;

CULTURAL:

a) Organizar e manter biblioteca, acervos e museus;
b) Organizar, ensaiar e apresentar peças teatrais;
c) Promover concursos literários (redação e poesia);
d) Comemorar datas cívico-religiosas e culturais;
e) Promover palestras e seminários, filmes evangélicos ou culturais, passeios e júris simulados.

COMUNICAÇÃO E MARKETING:
a) Elaborar cartazes, publicações e toda a propaganda dos trabalhos da Sociedade, em qualquer âmbito;
b) Fornecer informações para o boletim da Igreja local sobre as atividades a serem desenvolvidas pela Sociedade;
c) Receber e organizar todo o material a ser publicado em qualquer boletim, Jornal ou Revista da Sociedade;
d) Enviar estas informações a outros órgãos de informação em nível local, regional e nacional

• Todo o material a ser publicado deve ser submetido à aprovação do Conselheiro;
• Todo informação necessária ao bom andamento de desenvolvimento do trabalho da Sociedade deve chegar ao sócios.

ESTATÍSTICA:

a) Coletar dados, analisá-los, elaborar gráficos ressaltando pontos positivos e negativos, visando alcançar melhores resultados no trabalho;
b) Em todos os Congressos as estaísticas devem ser atualizadas e informadas. Usar modelo padrão da CNHP.

ESPORTE E RECREAÇÃO:

a) Orientar o comportamento do sócio quanto ao lazer, recreação e esporte, jogos e suas regras, além de brincadeiras;
b) Organizar times e equipes de várias modalidades esportivas, promover competições e atividades de recreação internas e/ou externas, adquirir e conservar material esportivo;
c) Organizar passeios, piqueniques, esquetes e jogos de salão, gincanas, etc.

22) ORIENTAÇÃO PARA REUNIÕES DA “UPH”

Da Administração
Art. 13 - A Sociedade interna é administrada pela:

a) Diretoria;
b) Comissão Executiva;
c) Plenária.

PLENÁRIA
Art. 14 - Plenária é a reunião que congrega todos os sócios de uma Sociedade, em caráter administrativo, e que deve acontecer mensalmente.

Art. 15 - São atribuições da plenária:
a) admitir e demitir sócios, cujos nomes lhe forem encaminhados pela Diretoria;
b) apresentar proposta para a melhoria do trabalho;
c) conceder título de sócio emérito, de acordo com o art. 8º único;
d) eleger, anualmente, a Diretoria da Sociedade;
e) ouvir os relatórios das atividades da Sociedade;
f) aprovar o orçamento anual;
g) aprovar ou não os pedidos de demissão de membros da Diretoria.

Art. 16 - A plenária será convocada pela Diretoria, através de seu presidente, com antecedência mínima de oito dias.
§ 1º - Em primeira convocação o quorum mínimo é de mais da metade de seus sócios. Em segunda convocação, trinta minutos após a primeira, com a presença mínima de um terço dos sócios.
§ 2º - A plenária especialmente convocada para eleição, só poderá funcionar com a presença mínima de mais da metade de seus sócios.

Art. 17 - A Diretoria é eleita pela plenária, compondo-se de Presidente, Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários e Tesoureiro.
§ 1º A eleição será feita anualmente, por voto secreto, em plenária especialmente convocada para este fim.
§ 2º - Só poderão integrar a Diretoria membros da igreja local, sócios da Sociedade há pelo menos seis meses antes da eleição. No caso da UCP e UPA poderão ser membros não-comungantes ou alunos da Escola Dominical, a critério do Conselho.
§ 3º - A posse dos eleitos será dada pelo pastor da igreja ou seu representante legal, após a aprovação da eleição pelo Conselho.
§ 4º - O quorum para a reunião da Diretoria é de mais da metade de seus membros.

A PLENÁRIA TERÁ O SEGUINTE PROGRAMA

a) Abertura devocional com leitura da Bíblia, oração e cânticos. Esta devocional poderá ser conduzida pelo Secretario de Espiritualidade;
b) Chamada dos sócios;
c) Saudação aos visitantes;
d) Leitura e aprovação da ata anterior;
e) Leitura do relatório da Tesouraria;
f) Leitura dos relatórios dos secretários de atividades e comissões;
g) Análise de sugestões de trabalhos vindas da Diretoria, da Comissão Executiva ou dos próprios sócios presentes;
h) Recepção de novos sócios;
i) Nomeações de Comissões;
j) Outros trabalhos;
k) Oração final;
l) Encerramento com o Moto;

DIRETORIA
Art. 18 - São atribuições da Diretoria:

a) elaborar planos para a Sociedade, submetendo-os à apreciação da Comissão Executiva e aprovação da plenária e, posteriormente, do Conselho
b) nomear e demitir Secretários de Atividades e Relatores de Departamentos, bem como acompanhar seu trabalho através de relatórios;
c) nomear comissões e acompanhar o seu trabalho;
d) examinar e encaminhar os nomes dos sócios a serem admitidos ou demitidos;
e) convocar as plenárias e outras reuniões através do presidente;
f) encaminhar ao Conselho, via conselheiro, o livro caixa e sua documentação, e o livro de atas, para o devido exame anual;
g) apresentar relatório anual da Sociedade ao Conselho e à Federação, neste último caso acompanhado de Folha de Estatística;
h) enviar à Federação os nomes dos membros da Diretoria eleita e seus respectivos endereços, logo após a posse deles;
i) atender às convocações da Federação;
j) promover e incentivar a participação dos sócios nos trabalhos da Federação, Confederação Sinodal e Confederação Nacional.

A REUNIÃO DA DIRETORIA OBEDECERÁ O SEGUINTE PROGRAMA

a) O Presidente conduzirá a reunião com uma agenda previamente elaborada
b) Iniciar a reunião com oração;
c) Leitura do texto Bíblico;
d) Dar conhecimento da Agenda aos membros da Diretoria;
e) Tratar dos assuntos conforme ordem estabelecida;
f) Checar com os demais membros se há mais algum assunto a ser tratado;
g) Elaborar Agenda para a próxima reunião Plenária;
h) Oração final
i) Leitura da Ata da reunião e aprovação da mesma;
j) Encerramento com o Moto;

Art. 19 - Compete ao Presidente:
a) convocar todas as reuniões: da Diretoria, da Comissão Executiva e plenárias;
b) elaborar planos, junto com a Diretoria, e apresentá-los à Comissão Executiva e à plenária;
c) acompanhar as atividades da Sociedade, estimulando e orientando a todos na maneira de alcançar os planos aprovados;
d) representar a Sociedade onde se fizer necessário;
e) presidir as reuniões da Diretoria, da Comissão Executiva e as plenárias;
f) pôr em discussão as propostas apresentadas, esclarecendo com brevidade os assuntos a serem votados;
g) suspender a sessão por proposta devidamente apoiada e votada;
h) receber e apresentar quaisquer visitantes ou representantes de organizações congêneres;
i) dar voto de Minerva no caso de empate na votação;
j) apresentar relatório das atividades da Sociedade Interna para aprovação da plenária, enviando cópia deste ao Conselho e à Federação.

Art. 20 - Compete ao Vice-Presidente:
a) cooperar com o presidente no exercício de suas funções;
b) substituir o presidente em suas faltas e impedimentos eventuais.

Art. 21 - Compete ao Primeiro Secretário:
a) lavrar as atas da plenária, da Diretoria e da Comissão Executiva;
b) substituir o presidente, no impedimento do vice-presidente.
Art. 22 - Compete ao Segundo Secretário:
a) encarregar-se da correspondência, dando ciência dela à Sociedade;
b) cuidar do arquivo, do fichário e do rol de sócios;
c) substituir o primeiro secretário em suas faltas e impedimentos.

Art. 23 - Compete ao Tesoureiro:
a) receber verbas, taxa per capita e doações, escriturando-as devidamente em livro próprio;
b) efetuar pagamentos conforme resoluções da plenária ou da Diretoria, neste último caso sempre ad referendum da próxima plenária;
c) efetuar o pagamento da taxa per capita à Federação;
d) elaborar o plano financeiro anual e apresentá-lo para a aprovação da plenária;
e) apresentar balancete mensal à plenária e relatório anual ao Conselho da igreja.

Art. 24 - A vacância nos cargos da Diretoria dar-se-á nos seguintes casos:
a) pela demissão do sócio da Sociedade, conforme art. 12 deste Manual;
b) por pedido escrito de renúncia do cargo;
c) por ausência a três reuniões consecutivas da Diretoria, sem motivo justificado, lavrado em ata;
d) por estar sob disciplina do Conselho da igreja.
Parágrafo único - em todos estes casos, o conselheiro deve ser notificado.

Art. 25 - No caso de ocorrer vacância nos cargos da Diretoria, estes serão preenchidos por:
a) nova eleição, se ocorrer no primeiro semestre;
b) nomeação pela própria Diretoria, se ocorrer no segundo semestre.
Parágrafo único - nos dois casos requerer-se-á aprovação do Conselho.

Art. 26 - Para alcançar seus objetivos, a Diretoria pode nomear os seguintes secretários de atividades e relatores, de acordo com a estrutura de sua Sociedade e das próprias conveniências locais, tais como o tamanho da Sociedade e pessoas habilitadas:
a) Secretários de: espiritualidade, evangelização, missões, ação social, música, causas da IPB, causas locais e sociabilidade, cultura, comunicação e marketing, esporte e recreação, estatística e outras.

COMISSÃO EXECUTIVA

Art. 27 - A Comissão Executiva será constituída da Diretoria, secretários de atividades e seus relatores, e terá as seguintes atribuições:
a) apreciar o plano anual de atividades, sugerindo mudanças e adaptações;
b) dar a mais ampla divulgação a esses planos, dentro da Sociedade e na igreja;
c) executar o plano anual aprovado.
Parágrafo único - As reuniões da Comissão Executiva têm por objetivo buscar soluções para problemas, porventura existentes, e elaborar planos para cada área de atuação da Sociedade.

A REUNIÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA OBEDECERÁ O SEGUINTE PROGRAMA

a) O Presidente conduzirá a reunião conforme agenda previamente elaborada com a Diretoria;
b) Chamada dos membros da CE
b) Iniciar a reunião com oração;
c) Leitura do texto Bíblico;
d) Dar conhecimento da Agenda aos membros da Diretoria;
e) Tratar dos assuntos conforme ordem estabelecida;
f) Ouvir relatórios dos Secretários de Atividades;
g) Checar com os demais membros se há mais algum assunto a ser tratado;
h) Elaborar o programa de trabalho da Sociedade à ser apresentado da Reunião Plenária;
i) Oração final
j) Leitura da Ata da reunião e aprovação da mesma;
k) Encerramento com o Moto;

22) COMO ORGANIZAR UMA UPH:

A UPH local será organizada pelo Conselho da Igreja, por solicitação escrita de seus componentes, ou por sugestão do Secretario Presbiterial.

PASSOS PARA A ORGANIZAÇÃO:

a) ARROLAMENTO: desde que haja pessoas interessadas em organizarem a UPH, anotar-se-ão seus nomes a fim de se verificar a real possibilidade de fazê-lo;
b) AUTORIZAÇÃO: feito o arrolamento, pedir-se-á autorização ao Conselho da Igreja e, no caso de Congregações Presbiteriais e campos missionários, a autorização do Pastor;
c) INSTALAÇÃO: concedida a autorização, o Conselho, ou o Pastor, designará uma Comissão que marcará dia, hora e local para a realização da instalação da UPH;
d) PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS: os nomes dos eleitos devem ser encaminhados ao Conselho para aprovação. No caso de Congregações Presbiteriais ou campos missionários, bastará a aprovação do Pastor;
e) NOMEAÇÕES: A Diretoria, após tomar posse, nomeará seus secretários e relatores, conforme a necessidade local.
f) AUTORIDADES : A presença de representante do Conselho é obrigatória e devem ser enviados convites ao Secretário Presbiterial e à Federação para a reunião de organização. Encaminhamento de uma cópias da ata de organização para conhecimento e informação da Federação.

LIVROS DE REGISTROS:

A existência e a manutenção do livro de atas, de presença e da tesouraria, com os correspondentes termos de abertura e de encerramento, feitos pelo Pastor responsável pela Igreja.

23) ORIENTAÇÕES SOBRE REGRAS PARLAMENTARES

CAP II
ART. 3º - DEVERES

a) Participar de todas as Sessões de reunião;
b) Não falar sem pedir e obter a palavra;
c) Não interromper quem fala, durante a discussão, a não ser por questão de ordem;
d) Evitar discussões paralelas;
e) Obedecer às ordens da presidência;
f) Aceitar as decisões da maioria, sem censurá-la;
g) Manter-se calmo, respeitoso, dentro da dignidade parlamentar;
h) Tomar apontamento para poder apresentar um bom relatório;
i) Para se retirar do Plenário, temporária ou definitivamente, pedir autorização deste, dirigindo-se a mesa;

ART. 4º - DIREITOS

a) Solicitar a palavra quando quiser discutir alguma matéria. Caso vários sócios peçam a palavra ao mesmo tempo, fará uso dela o que estiver mais distante da mesa, no caso de igual distância, o mais velho.
b) Apelar para o Plenário quando se considerar constrangido pelo Presidente ou prejudicado por decisão dele;
c) Pedir um aparte ao orador , que será concedido por este com consentimento da mesa, dentro do limite de tempo que restar ao orador;

CAP III - DAS PROPOSTAS

ART. 5º - Para que uma proposta possa entrar em discussão é preciso que seja feita por escrito apoiada. Só os Sócios Ativos ou Delegados podem fazer propostas;

ART. 6º – Para retirar uma proposta apoiada, antes de ser discutida, exige-se o consentimento do apoiante; para retira-la após entrar em discussão, exige-se o consentimento do Plenário;

ART. 7º - Quando uma proposta em discussão contiver vários itens, pode-se pedir que seja discutida e votada em partes;

ART. 8º - Uma proposta substitutiva ou emenda deve tratar do assunto original e ser apoiada. Na proposta de queda de item, vota-se apenas aquele item em separado;

Parágrafo Único – O substitutivo será votado antes da proposta, e, caindo este, votar-se-á a proposta original;

ART. 9º - Para que uma matéria seja reconsiderada é necessário que a proposta seja assinada pelas pessoas que votaram favoravelmente à matéria, e a proposta de reconsideração precisa da aprovação de 2/3 do Plenário;

ART. 10º - Quando um assunto exigir estudos especiais, poderá ser baixado a uma Comissão Especial que dará relatório em data determinada;

ART. 11º - Quando a discussão precisar ser adiada, cabe a proposta de deixar a sobre a mesa, devendo este assunto Ter prioridade na próxima Sessão;

ART. 12º - Quando o Plenário julgar necessário, poderá pedir discussão de uma matéria em Sessão informal;

ART. 13º - Quando se julgar que um assunto foi suficientemente discutido, qualquer componente pode pedir “votos” a fim de encerrar a discussão e proceder imediatamente a votação;

Parágrafo Único – O Plenário decidirá por 2/3 dos seus membros se está preparado para votar;

ART. 14º - Quando chegar a hora de terminar a Sessão e houver assunto de interesse para ser considerado, pode-se propor prorrogação do Horário Regimental;

ART. 15º - A proposta “pela ordem” tem por objetivo chamar a atenção do Presidente para a quebra de praxe parlamentar ou então traze o orador ao assunto em discussão;

ART. 16º -As propostas abaixo sempre podem ser admitidas no curso da discussão, mas não são discutidas, sendo votadas imediatamente:

a) Prorrogar a Sessão;
b) Pela ordem
c) Votos,
d) Deixar um assunto sobre a mesa;
e) Encaminhar um assunto a uma Comissão;
f) Dividir uma proposta em partes;
Parágrafo Único – Quando ocorrer mais de uma proposta das acima mencionadas, a votação será feita na ordem estabelecida neste artigo;

ART. 17º - As propostas devem ser escritas em termos de resolução e devem obedecer à seguinte gradação:

a) Resolve-se manter para estudos, informar, etc.;
b) Resolve-se sugerir (pode ou não ser cumprido);
c) Resolve-se determinar (tem que ser cumprido)

ART. 18º -Os relatórios das Comissões trazidos ao Plenário devem ser redigidos em forma de resolução.

CAP IV - DAS DISCUSSÃO

ART. 19º - Uma vez apoiada uma proposta, o presidente porá o assunto em discussão, com exceção das propostas do Art. 16 deste Regimento;

ART. 20º - O sócio ou Delegado a que se faz uma alusão, poderá, com a permissão do Presidente, fazer uma réplica, cabendo ao que o citou a tréplica, e apenas isto. Caso a alusão seja a alguém ausente, qualquer sócio poderá defende-lo. O uso da palavra nas circunstâncias deste Artigo não impede o uso da mesma dentro de outros critérios estabelecidos no Art. 24 deste Regimento;

ART. 21º - Qualquer sócio, durante a discussão, pode pedir a leitura de documentos relacionados com o assunto semque isto signifique o uso comum da palavra;

ART. 22º - Quando se pretende ganhar tempo em assuntos em que haja acordo geral e se deseja uma troca de pontos de vista mais intenso entre os sócios ou Delegados, pode-se pedir que haja suspensão temporária da praxe parlamentar da discussão. Findo o tempo determinado, vota-se o asunto;

ART. 23º - Somente os sócios ou Delegados inscritos podem falar sobre o assunto em pauta;

ART. 24º - A palavra será concedida aos oradores inscritos por 5 (cinco) minutos na primeira vez que falar, no caso de réplica, por 3 (tres) minutos; e no caso de tréplica, por 2 (dois) minutos.

CAP IV - DAS VOTAÇÕES E ELEIÇÕES

ART. 25º - Cabe ao Plenário escolher o processo de votação em cada caso;

ART. 26º - Nenhuma votação pode se processar sem o quorum exigido para a reunião, que é de mais da metade dos sócios ou Delegados;
ART. 27º - Só tomarão parte na votação sócios ou delegados devidamente credenciados que tenham respondido à chamada;

ART. 28º - A fim de evitar dificuldades ou confusões na contagem dos votos, os votantes devem assentar-se separados dos não votantes;

ART. 29º - São processos usuais da votação:

a) Levantar as mãos, para assuntos comuns;
b) Pôr-se em pé, para maior facilidade de cômputo dos votos ou maior solenidade;
c) Voto secreto, através de cédulas, quando se tratar de assuntos pessoais e nas eleições;

ART. 30º - Os membros da mesa terão direito a voto;

ART. 31º - Só será considerada aprovada a proposta que obtiver mais da metade dos votos dos presentes;

ART. 32º - As eleições na Sociedade Local (UPH) obedecerão a seguinte ordem:

a) Serão feitas anualmente, em reunião extraordinária convocada especialmente para tal fim;
b) Só poderão votas os sócios ativos
c) Só poderão ser votados os sócios ativos que forem membros da Igreja (comungantes ou não) e sócios da Sociedade há mais de seis meses;
d) A eleição será feita cargo por cargo;
e) Se no primeiro e segundo escrutínio ninguém alcançar maioria absoluta dos votos, far-ae-á um terceiro escrutínio com os dois candidatos mais votados;
f) Serão eleitos os candidatos que obtiverem maioria absoluta dos votos.

ART. 33º - As eleições para as Federações, Confederações Sinodais e Confederação Nacional obedecerão ao seguinte:

a) A Diretoria será eleita, por escrutínio secreto, durante o Congresso;
b) Somente poderão votar os Delegados credenciados;
c) Somente poderão votar os Delegados que forem membros da Igreja há mais de um ano;
d) A eleição será feita cargo por cargo, podendo haver indicação de nomes pelo Plenário;
e) Se no primeiro e segundo escrutínio ninguém alcançar maioria absoluta dos votos, far-ae-á um terceiro escrutínio com os dois candidatos mais votados;
f) Serão eleitos os candidatos que obtiverem mais da metade dos votos;
g) A posse dos eleitos será dada pelo Secretario de Causas do respectivo Concílio, no culto de encerramento do Congresso, após julgada a legalidade da eleição.

25) CONHEÇA NOSSOS PROJETOS

1) Acerte o Alvo – (Programa completo)
2) Homem Levanta e Clama (Oração)
3) Bandeirantes da Fé (Ação Social)
4) UPH em Ação (Progrmações diversas)
5) Novo Testamento da UPH (Evangelização)
6) Culto Doméstico (Família)
7) Cartilha da UPH

Estes Projetos podem ser encontrados na íntegra no Site da UPH www.ipb.org.br/uph

Colaboração de Pb. Haroldo Peyneau
Secretario Geral do Trabalho Masculino da IPB

Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/